“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Regras e dicas para trazer suas bebidas do exterior

O limite de compras no exterior sem pagar impostos continua o mesmo U$500 e é possível comprar mais U$500 no free shop.
Vamos explicar as regras de como funciona e dar dicas sobre como trazer bebidas alcoólicas do exterior .
No free shop podemos trazer até 24 garrafas de bebidas alcoólicas, mas até 12 de cada tipo de bebida. Por exemplo: 12 garrafas de vinhos e 12 garrafas de vodkas com total isenção de impostos.
Acima desta quantidade ou da cota de U$500 o viajante deverá se dirigir fiscalização aduaneira no setor de "Bens a Declarar". O imposto de importação é 50% do valor sobre as bebidas trazidas acima do limite.


Dicas

Guardar o cupons fiscais das compras para conferência dos valores dos produtos. Caso não tenha guardado, a Receita vai valorar consultando o preço internacional do produto através da internet. Lembrando sempre que adulterar cupom fiscal poderá ser considerado crime.
Se for parado na Receita e ao fiscalizarem sua bagagem perceberem que ultrapassou a cota e não declarou, será aplicada um multa adicional, totalizando 100% de multa sobre o produto.
Por isso é sempre bom avaliar se vale a pena financeiramente ultrapassar o limite.
Estes impostos devem ser pagos antes da liberação dos bens, que ficarão retidos até o recolhimento das taxas e apresentação da guia de quitação para retirada das bebidas alcoólicas no aeroporto.


"O que pouca gente sabe é que a possibilidade de trazer seus vinhos de viagem vai além disso. Você pode receber vinhos adquiridos no seu destino de viagem como bagagem desacompanhada até seis meses depois do seu desembarque. Nesse caso, você se valerá da Declaração Simplificada de Importação e não terá direito à cota de isenção, mas continuará se beneficiando de um sistema simples de importação com pagamento de imposto único de 50% sobre o valor do bem."

Detalhes

Além das regras de importação é importante verificar as regras de transporte . Devemos nos certificar de que elas possam ser embarcadas e de que chegarão intactas para serem apreciadas.
As novas regras de embarque proíbem que líquidos sejam embarcados no avião. Por medidas de segurança somente poderão embarcar o que comprarmos após o embarque, por exemplo nas lojas do aeroporto ou free shop.
Ou seja, suas compras deverão ser despachadas com sua bagagem.

Muita atenção nessa hora. Uma garrafa dentro de uma mala correr grandes riscos de quebrar. Existem malas acolchoadas, que podem amenizar os impactos, protegendo um pouco mais sua bagagem. É válido avisar na loja onde comprar suas bebidas que vai levá-las na bagagem. Como cortesia, algumas destas lojas oferecem embalagens propícias, que vão desde plástico bolha a invólucros de isopor ou sacos acolchoadas. Enrolar as garrafas em roupas é uma dica de protegê-la. Pode-se colocar a garrafa dentro de uma meia limpa, claro, e dentro de sacos plásticos. Evite colocar as garrafas perto uma da outra porque o atrito entre elas pode quebrá-las. Coloque-as entre duas camadas de roupa. Colocar as roupas em sacos plásticos pode ser uma forma de previnir acidentes e minimizar as perdas. 

Existem malas especiais para transporte de garrafas de vinhos. Elas são feitas com estrutura de alumínio, acolchoadas internamente, têm espaço individual para as garrafas e belo acabamento em lona ou couro. No caso das de couro, certifique-se, ao comprá-las, de que tenham uma lona exterior para protegê-la da chuva e de riscos no transporte. Você pode lacrá-las no despacho e ter a certeza de que seus vinhos não poderiam estar mais bem protegidos.
Há versões no mercado com capacidade para seis, 12 ou 18 garrafas, e agora novas versões para garrafas Magnum estão disponíveis.


Outra sugestão é comprar somente na cidade em que vai embarcar de retorno ao Brasil. Compre múltiplos de seis garrafas, embale em caixa e despache. 
No caso dos vinhos, que são mais variados e mais difíceis de encontrar o rótulo específico, alguns aeroportos (Barcelona e Londres, por exemplo) possuem boas lojas de vinhos e free shops de qualidade como de Lisboa e esses você pode levar a bordo. Lembrando sempre que as bebidas entram na sua cota de compras no exterior e em aeroportos há menos diversidade de rótulos, no caso de vinhos. 


Uma última dica é comprar on-line antes da viagem, pedindo para que a entrega seja feita no hotel, no escritório de seu agente, ou algum outro lugar de fácil acesso para você. Eventualmente, nos casos onde a compra on-line não é viável, se faz somente uma reserva e depois passa-se para pagar e retirar, sem grandes delongas. Conforme for comprando você estabelece relacionamentos que  facilitam futuras compras.


É possível também consultar os preços e já reservar suas compras no free shop no site: http://www.dutyfreedufry.com.br/Default.asp?cookie_test=1

Bom, agora só nos resta desejar uma boa viagem e boas compras.




Sites usados como consulta para este post:


Sites para consulta, legislação: 
www.receita.fazenda.gov.br (vá ao link - Viajantes e Exterior)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Comprando no exterior

Quando a gente viaja sempre pensa nas comprinhas também, né?
Pois é, mas já pensaram se realmente vale a pena financeiramente?
Um dos melhores lugares do mundo para se comprar é os Estados Unidos.
O dólar é mais caro que o real, mas os impostos são menores e é possível encontrar muita coisa mais barata.
Mas nem tudo vale a pena.
O ideal é pesquisar e pesquisar.
Com a internet como ferramenta ficou muito mais fácil.
Não conheço o mundo todo (ainda, eu espero, rs) mas vou tentar colocar algumas das minhas experiências em compras.
O que vale a pena comprar?
Em primeiro lugar, algo que você precise, algo vai usar, algo que tem condições ($) de comprar, algo que goste. Não compre por impulso ou somente pelo preço.
Sugiro antes de viajar pensar nos desejos de compras e fazer as contas. E ter esta lista em mãos para não perder o controle.

Argentina - com o peso valendo menos que o real é um passeio que tem um preço super bacana. E o custo lá é mais barato. Vale a pena: peças em couro, cashmere, casacos, alfajor, vinho.
Estes são os itens que me interessariam e têm preço bom por lá.
Embora viajar com bebida é pesado e arriscado, vai que quebra?
Mas comprar bebida no free shop é mais fácil. Você apenas tem de embarcar no avião com a bebida e desembarcar na volta.
Interessa-me também artigos de arte, culturais.
Lembro que comprei na feira de San Telmo em Buenos Aires uma escultura em madeira. Pequena e leve, claro.
É importante sempre pensar em como vai viajar com o artigo, tem de caber na mala e tem de estar dentro do limite de peso.

No Uruguai comprei lembrancinhas apenas e quando estive no museu de Carlos Paez Vilaró, em Punta Del Este comprei livro, quadrinhos e ainda o encontrei para autografar tudo.

A Cidade do Panamá também é um bom destino para compras. Têm aquelas super lojas de departamento como nos EUA e possui muita coisa em conta. Vale a pena conferir.

Algumas dicas práticas (estas dicas são baseadas em minha opinião e experiência, podendo ser alteradas posteriormente se assim entendermos):

Compare o preço pelos sites antes de comprar. Nem sempre um produto tem uma diferença tão grande de preço que justifique comprar no exterior. Afinal pense que comprando no exterior terá de carregar durante a viagem, ocupar espaço na mala e vai pesar a bagagem. Além de ter o valor descontado na sua cota de importação. Quando a diferença for pequena deixe para comprar no Brasil mesmo.

Compre em lojas de confiança com nota fiscal. Embora seja pouco provável que se um produto estiver defeituoso vamos voltar na loja para devolver, é importante ter o máximo de segurança na compra. Perfumes, eletrônicos e bebidas principalmente. Por motivos óbvios.

Guarde sempre as notas fiscais. Caso precise enviar o produto ao fabricante (para consertos, reparos ou troca) ou for solicitado na alfândega. E em caso de bagagem extraviada as notas podem ser usadas como prova dos produtos que estavam na mala.

Deixe bebidas para comprar no free shop. Bom, essa dica é relativa, mas colocar bebidas na mala, além de pesar e ocupar espaço, pode até quebrar. E podemos entrar no site do duty free (http://www.dutyfreedufry.com.br/) olhar os produtos disponíveis no aeroporto onde será o desembarque, o preço e até mesmo deixar encomendado.

Valor permitido de compras. Pela legislação brasileira podemos trazer em compras no exterior o valor de U$500 (para viagens aéreas) e mais U$500 podem ser gastos no free shop. Mas esse valor é bem relativo se conferirmos a legislação com o que podemos que não será tachado. (confira este link: http://turismo.ig.com.br/destinos_nacionais/2010/09/23/o+que+voce+pode+trazer+na+mala+do+exterior+9598198.html)
Ou seja, podemos trazer mais U$500 em compras desde que sejam observadas as regras. É importante usar o bom senso. Roupas, sapatos e perfumes são liberados, mas é importante não exagerar, se for entendido que aquele volume de produtos não for compatível com a viagem poderão ser taxados. Bom senso.

Outras regras de bagagem. O que não podemos ter dentro da mala em hipótese nenhum por ser ilegal: http://www.masterturismo.com.br/htmls/interna_meleva,id_noticia=8/interna_meleva.shtml

Multa por excesso de bagagem. Funciona assim, se você for parado na alfândega, sua bagagem for revistada e for verificada a compra acima de do limite de US$ 500, você será multado. Em tempo, apresente a nota fiscal dos produtos caso não concorde com o valor atribuído pelos funcionários alfandegários. Mas nada de apresentar nota fria com valor muito abaixo do mercado. Os funcionários da alfândega normalmente sabem a média do valor das mercadorias e é possível consultar os valores dos produtos através da internet. A multa é de 50% por dólar gasto além da franquia. Ou seja, se suas compras somaram U$ 700,00, você gastou U$ 200 acima da franquia. Então pagará 50% dos U$ 200 dólares gastos além da franquia. Então será U$ 100 de multa. Em muitos produtos vale a pena financeiramente.

Quanto melhor a qualidade do produto provavelmente maior será a diferença de preço. E mais valerá a pena comprar no exterior. Por exemplo: roupa de cama. No Brasil hoje uma conjunto de roupa de cama de 1.000 fios sai em torno de R$ 1.000,00. Nos EUA é possível encontrar a partir de U$ 99,00. Mas tem de pesquisar, sempre tem muitas lojas com preços variados e promoções. Por exemplo, trazer toalhas pode não ter tanta vantagem. Depende, tem de pesquisar. Esta regra serve para eletrônicos também. Uma máquina fotográfica Nikon D90 com 1 lente fica no exterior por U$ 939,00 enquanto no Brasil encontramos apenas a partir de R$ 2.565,00 (50% mais cara). Ou seja, se pagasse mais U$ 219,5 de multa na alfândega ainda valeria a pena, pois ficaria mais de 20% mais barato que no Brasil

Comprar com especificações e evitar comprar produtos dos quais não entende. Vale principalmente para eletrônicos. Às vezes encontramos determinadas pechinchas. Mas pode ser uma furada. Se eu não entendo nada de computadores, comprar um computador no exterior pode ser uma dor de cabeça. Compro pelo preço, mas sem conhecer a configuração pode ser desperdício. O sistema pode estar ultrapassado, pode ser incompatível com o sistema ou programa que costumamos usar, a configuração pode ser pequena, pode não ter placas importantes, pouca memória... Bom, falo como leiga, que sou. Chegando no Brasil tenho de gastar uma grana para formatar e ficar do jeito que eu queria, mas aí gasto quase o mesmo tanto. A regra vala para todo tipo de eletrônico, maquiagem, cremes e qualquer outro produto que podemos ser convencidos pelo vendedor por nem conhecer.

Pedir pela internet. É uma boa quando não entendemos do produto, ou quando queremos uma configuração específica. Primeiro entre em contato com seu hotel e pergunte se eles recebem encomendas. Entre no site e peça o produto que deseja antes de viajar, mas não esqueça sempre de verificar a data de entrega e certifique-se que vão entregar logo que você chegue no hotel (ou até antes). Você paga no cartão de crédito internacional no site e pega a encomenda no hotel. Verifique a confiabilidade do site. Já fiz isso é deu certo. Recebi minhas encomendas na data certa. Alguns hotéis podem cobrar por volume.

Encomendas. Sempre tem uns amigos e parentes que ao saber que você vai viajar te encomendam perfumes, roupas, carrinho de bebê, maquiagem, máquina fotográfica e os mais diversos produtos. Primeira coisa é decidir se você vai pegar encomendas. Algumas coisas são bem fáceis de achar, como perfumes, whisky e etc. e você pode deixar para procurar no free shop. Outras coisas são mais difíceis. Então aconselho deixar claro que a encomenda só será trazida caso a encontre e que não vou ter como ficar procurando aquele item. Solicite especificações sobre o produto, cor, tamanho e modelo, peça a pessoa para olhar no site e te passar todos os dados, inclusive olhar o preço. Bom, eu particularmente acho bom pedir já o dinheiro na moeda corrente do país onde vou comprar incluindo as taxas antes de viajar. Vai que eu encontro, trago e a pessoa não quer mais. Enfim, este assunto é polêmico. Já vi gente ter trabalho procurando a encomenda, trazer com boa vontade e chegar aqui e a pessoa dizer que não era aquilo. O lance da internet funciona bem para encomenda. Peça para a pessoa ir no site e encomendar para entregar no seu hotel. Você terá apenas o trabalho de procurar o serviço de atendimento do hotel se chegou alguma encomenda. Com essa opção muita gente desiste da encomenda, não sei por que. Evite, se possível, aceitar encomendas grandes. E por mais que te digam que uma coisa é super fácil de encontrar solicite nomes e endereços de locais onde pode encontrar, porque já procurei por itens 'facílimos' que não encontrei.

Arrumando as malas. Viajei, comprei e agora? Como colocar tudo isso na mala? Como trazer de volta? Bom, é muito importante que a medida que vamos comprando pensar sempre em como vamos transportar isso de volta. Normalmente em viagens internacionais as cias aéreas permitem viajar despachando 2 malas de até 32 kg e mais uma bagagem de mão de até 5 kg. Mas se ver pegar um vôo doméstico é possível que pague excesso de bagagem no Brasil. Mas é comum quando comprando sua passagem internacional casado com a doméstica que as cias aéreas não cobrem o excesso, já que em vôo doméstico o limite é de 1 mala de 23kg. Se os volumes forem muitas roupas ou roupas de cama ou bichos de pelúcia recomendo um space bag. Mesmo sem o aspirador de pó dá prá diminuir bem o volume amassando, dobrando e enrolando. Vale lembrar que tirar da embalagem original diminui o volume da embalagem, então se é prá consumo pessoal, e não presente, vale a pena tirar tudo das embalagens. Cuidado com o que despacha. Consulte a cia aérea para se certificar destes limites, cada cia aérea pode ter uma franquia diferente. Uma outra opção é comprar uma caixa numa loja de departamento e colocar suas compras lá dentro. Cuidado com o peso desta caixa e lacre bem para evitar que rasgue. Esta opção vai aumentar e muito suas chances de ser parado na alfândega. Mas se suas compras são volumosas e não ultrapassam a sua franquia de compras não tem problema. Lembrando sempre de identificar suas bagagens despachadas. Algumas cias aéreas passam as malas por raio x. Eles têm autorização, sob suspeita de ilegalidade, de abrir e verificar sua mala. Então pode ser que suas coisas cheguem reviradas. Dá uma conferida ainda no aeroporto se sentir  falta de algo. Confira principalmente os eletrônicos ou outra coisa de valor.

Ah gente, outra coisa, o nível de segurança em vôos internacional aumentou bastante. Então é muito comum ter de tirar sapato, tênis, cinto, casacos, luvas, chapéus, toucas, echarpes e tudo para entrar na sala de embarque. Por isso sugiro que viaje de preferência com vestimentas fáceis. Cinto marcando a cintura, sapato difícil de colocar e mil acessórios podem te dar trabalho. A mesma regra vale para bagagem de mão. Primeiro veja o que pode e o que não pode estar na bagagem de mão: http://www.aa.com/intl/br/informacoesDeViagem/dicasDeViagem/informacoesBagagem/bagagemDeMao.jsp. Ao mesmo tempo é importante lembrar que não se despacha documento, jóias ou dinheiro. Itens de valor devem sempre ir na bagagem de mão. Vale a pena até colocar os eletrônicos em bagagem de mão (palystation, wii, xbox, notebook) mesmo que toda vez que for embarcar tenha de abrir e mostrar. Embora sejam pesadinhos e grandinhos para ficar carregando, pelo menos não correm o risco de extraviar.

Espero que tenham gostado das dicas.
A medida que for lembrando de outras vou acrescentando.
E queremos sugestões e dicas dos passageiros, nos conte sua aventura em compras, arrumando a mala e passando na alfândega.
Este foi um post que eu demorei muito para escrever e ainda sinto que tem muito mais para ser contado, mas por enquanto acho que tá legal. Já está bem longo e não quero que fique confuso.
Abaixo vou listar uns sites legais para consulta de preços e comprar nos EUA.

Maquiagem, consulta de preços e de lojas:
http://www.maccosmetics.com/
http://www.sephora.com/international.jhtml;jsessionid=2OVVYDPTUQWV0CV0KSKA5UQ?_requestid=27539

Cama, mesa e banho:
http://www.macys.com/
http://www.jcpenney.com/jcp/default.aspx
http://www.bedbathandbeyond.com/default.asp?
http://www.walmart.com/

Eletrônicos, consulta de preço, de loja e compra pela internet:
http://www.bhphotovideo.com/
http://www.amazon.com/
http://www.walmart.com/
http://www.bestbuy.com/

Já dá prá fazer um estrago no orçamento com estes links aí.

Não esqueçam de sempre consultar seu agente de viagens, ele é quem vai melhor te orientar.
E não deixe de viajar com seguro viagem.

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